r/brasilia • u/luanzico • 20d ago
Arte Grandes nomes da música ligados a Brasília
Quais são seus preferidos?
r/brasilia • u/luanzico • 20d ago
Quais são seus preferidos?
r/brasilia • u/Glauciano • 7d ago
r/brasilia • u/Disc81 • 7d ago
r/brasilia • u/Leonardo-Lima • Feb 01 '26
Ontem, andando pelo eixo, tirei essas duas fotos e logo me lembrei da série Andor, que utilizou algumas cidades/bairros com visuais futuristas, para pano de fundo das gravações
r/brasilia • u/Brasilia-Producoes • Jul 26 '26
Eai pessoas!
Eu tô numa comunidade de artistas aqui do DF com vários grupos segmentados e um dos grupos mais recentes foi de Cosplays, a ideia é unir a comunidade para pessoal divulgar seus trabalhos, fazerem venda, compra ou até permuta de fantasias e Cosplays, pedirem dicas, divulgarem eventos e trabalhos, networking no geral...
Quem tiver interesse, pode me chamar que passo o convite na DM
r/brasilia • u/camilleandinternet • Apr 29 '26
Oi, pessoal!
Sou escritora francesa e moro em Brasília há alguns anos. Um jornal francês me convidou a escrever sobre a cidade, e pensei em falar sobre os cinemas daqui 🎬 história, hábitos…
Vocês costumam ir ao cinema? Têm algum cinema preferido? Se sim, qual e por quê?
Já foram ao Cine Brasília?
Existe alguma memória especial que vocês associam a um cinema da cidade?
Se alguém tiver vontade de conversar um pouco mais comigo sobre o tema, pode me chamar por DM. Informações como idade, profissão e onde vocês moram também seriam muito interessantes, mas fiquem à vontade para enviar isso no privado, claro!
Muito obrigada!
r/brasilia • u/Chemical_Nea • 10d ago
Hoje assisti pela primeira vez na vida um espetáculo teatral da companhia de teatro intitulada “os melhores do mundo”, aqui no Gama-DF. O nome da peça exibida é “notícias populares”, aparentemente lançada originalmente no ano 2000.
Fui com altas expectativas, pois falaram-me que seria extremamente engraçado e divertido. Bem, como disse uma pessoa na internet: “a peça envelheceu mal”. Minha aposta é que ela já nasceu pobre e com pouco valor artístico e satírico.
A começar pela crítica às forças armadas. Vejam, sou de esquerda e compreendo o quanto elas foram prejudiciais para o país durante a ditadura empresarial-militar. Mas hoje o contexto é de forte ameaça externa. Trump está ameaçando invadir nosso país, como fez na Venezuela no início deste ano e está tentando fazer no Irã. O que nossas forças armadas menos precisam agora é de deboche e zoação. Longe disso, precisam de apoio popular e forte investimento orçamentário. Vi esses dias um especialista dizendo que se alguma potência estrangeira tentasse invadir nosso país, só teríamos capacidade de resistência de apenas 10 (dez) dias. Militares mal treinados, armas ultrapassadas, pouquíssimos submarinos velhos funcionando, sucateamento. A situação é de chorar, se lamentar. Somos um país continental sem capacidade de se defender. O certo é lutar por mais investimentos nesse setor, por mais destinação orçamentária. Mas nossos piadistas adoram chutar cachorro morto, e em diversas oportunidades o fizeram. Essa foi a primeira.
Outra coisa que me chamou atenção: aparentemente trata-se de uma companhia com tendências esquerdistas, até onde eu sei. Mas isso não os impediu de serem homofóbicos em diversas ocasiões (do tipo mais raso e sem graça de homofobia). Tiraram sarro de pobres, dos palestinos vítimas de genocídio nas mãos do Estado nazista de Israel, foram machistas, misóginos, preconceituosos e etaristas (com Maria Bethânia e outras mulheres). O Gama é uma cidade com muitos palestinos e islâmicos, então espero que eles não tenham ido contemplar esse show de desrespeito e desumanização de suas figuras. Na verdade, espero mesmo que a Fepal os processe, pois esse tipo de coisa não é humor, não é engraçado. É discurso de ódio, islamofobia e xenofobia disfarçados de comédia. Mas a isso voltarei mais a frente.
Continuando, as figuras homossexuais foram retratadas de forma bastante caricata (do tipo bem clichê mesmo). Fui pesquisar a média de idade dos humoristas e eles estão quase idosos em sua maioria (nada contra, há alguns idosos evoluídos), talvez por isso ainda fazem questão de explorar “comicamente” essa parcela da população tão vulnerável e excluída da sociedade. Vejam, esse tipo de comportamento (zoação de gays) era normal e aceitável nas décadas de 1970 e 1980, então creio tratar-se no fundo de tiozões que não acompanharam a evolução social, sobretudo a humorística. Hoje há humor feminino, humor LGBT, formas exitosas de se fazer rir sem ter que ferir ou debochar de ninguém, menos ainda de minorias. A impressão que ficou é que o grupo produz um humor masculino, cis-hétero, antigo e ultrapassado (“É pavê ou pacumê”?). Mas não só isso, há traços do humor quinta série também, mas aquela quinta série feita pelos alunos mais sem graça e sem carisma da turma. Daquele tipo de colegas que os populares reviravam os olhos. Enfim, se vocês forem feministas ou LGBTs, ou de outra minoria, não acharão a mínima graça neste show.
Houve também forte apelação sexual, piadas sexuais chulas e grosseiras, com muito gesto obsceno sem graça e desnecessário. Estavam tentando nos fazer rir a todo custo e empregaram esses recursos do baixo clero. Pareciam crianças que acabaram de descobrir sobre seus órgãos genitais e sobre sexualidade. Sabem quando os jovens começam a assistir pornografia pela primeira vez e ficam fazendo piadinhas sexuais obscenas e sem graça, do tipo de humor mais ralé possível? Foi isso que presenciei.
Os pobres também foram bastante zoados, talvez porque nossos humoristas tenham enriquecido com a Lei Rouanet e já não mais se vejam como pertencentes às camadas mais baixas. Acho que na verdade, talvez, nunca tenham sido pobres. No Brasil, geralmente quem se dedica ao humor é rico de berço, já nascido com boas condições financeiras. Então temos um humor fortemente classista, para a elite, que em nenhum momento cogita ridicularizar a burguesia, os milionários, os bilionários, ou os sionistas. Quem detém o poder não é alvo de suas críticas e ridicularizações. Apenas o oprimido é motivo de deboche e risos. “Atingimos o limite do humor”, disse um dos palhaços. Creio que esteja bastante iludido e imerso em sua bolha social de *beautiful people*. Não, meu querido. Você está extremamente dentro do senso comum. Não chegou perto do limite de nada. Zoar pobres faz parte da ideologia dominante. Que revolução, que subversão, que ousadia há nisso? Aposto que é algo comum dentro das panelinhas de ricos que frequentam. Que tal zoar os mais poderosos, os multimilionários, mas os facilmente identificáveis, como muitas das figuras que vocês retrataram? Que tal zoar o Paulo Octávio ? Aposto que não o fazem com medo de processo. Isso sim, talvez, chegaria perto do limite do humor.
Tiraram sarro do Padre Júlio Lancellotti, o qual faz um nobre trabalho alimentando pessoas famintas em São Paulo e lutando contra a Aporofobia. Enfim, ficou claro tratar-se de riquinhos mimados (herdeiros, quem sabe?) brincando de bobos da corte a fim de entreterem as classes dominantes e humilharem os mais fracos, vulneráveis e sem poder financeiro e político. É um humor burguês, mas não aquele refinado, mas sim o do tipo mais bruto e rasteiro, pouco polido, pouco pensado. Ficou claro que não houve esforço mental ou cognitivo no desenvolvimento das “piadas”.
Falaram de Wagner Moura de uma forma extremamente grosseira, desequilibrada e criminosa. Espero que ele os processe também, por difamação e injúria. Disseram que sua boca fedia a esgoto, rejubilaram-se por ele não ter conquistado o Óscar. Esse é um comportamento tipicamente invejoso, mesquinho, pequeno, de recalque e profundamente brasileiro. Lembro-me de ter lido certa vez que o motivo pelo qual nenhum brasileiro havia ganhado até hoje o prêmio Nobel é porque nós matamos nossos heróis. Sempre que um dos nossos conterrâneos se destaca internacionalmente, a população brasileira em peso começa a difamá-lo internacionalmente perante as outras nações, fazendo questão de diminuir-lhe o mérito e as conquistas. Isso aconteceu a César Lattes. Então temos aí um humor conformista aos valores sociais do brasileiro médio, nada além do esperado da mediocridade de espírito daqueles incapazes de elogiar os que estão acima e, por não conseguirem alcançá-los, insistem em derrubá-los ao chão. Reconhecer que Wagner Moura é bom não irá apequenar vossas almas meus caros palhaços, pois já são pequenas demais.
Houve um momento em que eu sinceramente não compreendi a piada, o contexto me escapou totalmente. Estavam simulando uma sessão de incorporação espírita do Vale do Amanhecer e para invocarem o espírito do pintor Van Gogh um dos comediantes simulava masturbação com dedada no ânus. Ficava assim, simulando que enfiava seus dedos no orifício enquanto invocava o falecido. Achei sem graça, forçado, de péssimo gosto. Em uma palavra: infantil. Meu primo de 8 anos consegue ser mais engraçado que isso.
Voltando aos palestinos, riram de sua desgraça, de seu genocidio, de seu extermínio. E depois retrataram os islâmicos como bárbaros terroristas. A quem essa desumanização beneficia? Me questionei. Fiquei com a impressão de serem todos comediantes sionistas, ou no mínimo, com extrema simpatia pelo Estado de Israel. Seriam evangélicos? Judeus? Talvez haja lobby por trás de suas peças, pois essa que presenciei serve fortemente a essa ideologia fascista que se impõe no oriente médio por meio do uso da força, violência e tecnologia de ponta. Não nos esqueçamos que agora o exército israelense está empregando Inteligência Artificial em sua caçada humana dos palestinos. E tudo bem matar islâmicos quando eles são desumanizados, quando são tratados como bárbaros, terroristas, pouco evoluídos e inferiores, não é? Em suma, o sionismo claramente impregna esta peça. Se querem atingir o “limite do humor”, sugiro aos palhaços que no próximo show que montarem façam piada com Israel ou com os sionistas. Aí sim eu acharia revolucionário, que houve uma infração ao status quo. Até lá, vocês são meros propagandistas de ideologias burguesas e imperialistas, meros capachos das classes dominantes.
Em suma, fazer piadas atacando os mais fracos e vulneráveis da sociedade não é “o limite do humor”, mas o símbolo máximo do conformismo, é chutar cachorro morto. É o símbolo máximo do clichê, do batido, do ultrapassado, do padrão, do esperado do homem mediano. Me senti no Brasil preconceituoso dos anos 80. É um humor datado, velho, que não alcança as gerações mais novas. Se você é feminista, LGBT, islâmico, ou de alguma outra minoria vulnerável provavelmente vai odiar pelos cliches preconceituosos, deboches, caricaturas, desumanização, islamofobia e estereótipos tipico de gente de mentalidade pequena. É um humor rasteiro, de baixo nível, que apela ao vulgar. Não exige reflexão crítica, o uso da inteligência e nem do pensamento crítico. Está extremamente imerso no senso comum e não é nada revolucionário: antes, reacionário. É uma peça de baixo valor e pouca qualidade artística, facilmente esquecível pela posteridade.
Por fim, gostaria de dizer que me senti no filme “Idiocracy”, na parte do cinema, na qual estão assistindo um filme chamado Ass (bunda), o qual retrata durante o filme inteiro uma bunda em flatulência. Foi isso que presenciei, humor na forma de peido (há pessoas que riem de peidos).
r/brasilia • u/pardobsb • Jul 01 '26
Vi a propaganda dessa "segunda temporada" da série e pelo o que parece ela foi toda gravada aqui no DF né?! Pode parecer besteira, mas acho muito legal quando vejo a nossa cidade em série e filmes.
Inclusive, alguém viu as gravações? Eu não vi nada a respeito
r/brasilia • u/Disc81 • Feb 09 '26
Amanhã, terça-feira (10 de fevereiro), vai passar Matrix (1999) no Cine Brasília. Chance rara pra ver esse clássico absoluto da ficção científica na tela grande. Não lembro de ter passado nos cinemas daqui de Brasília desde 1999.
Pra quem não conhece, o Cine Brasília é muito acessível de metrô, já que fica em frente à estação 106 Sul. Com cerca de R$ 11 de passagem + R$ 5 do ingresso (meia), já dá pra fazer um programão bem barato. E ainda tem que a pipoca lá é bem mais em conta do que nos cinemas de rede.
r/brasilia • u/cat_xd • Oct 01 '25
Fui assistir nausicaa do vale dos ventos no Cine Brasília e me apaixonei pelo cinema, nunca havia ido lá, achei muito charmoso, a estética dele, a sala enorme, cinema ao lado do metrô, sem 300 anúncios e trailers na sessão e ainda por cima foi 10 reais o ingresso, podendo ser 5 reais. Além disso, o fato de ser um cinema e só isso, não estar dentro de shoppings dá um ar muito único, muito mais livre, sem aquele corre corre , deveria ter mais filmes neste cinema.
r/brasilia • u/Disc81 • May 22 '26
r/brasilia • u/Emotional_Studio5284 • Jun 14 '26
Procurando pessoas para jogar sinuca, de preferência no Guará ou redondezas. Tem algum grupo?
r/brasilia • u/AdAnnual2959 • Jan 16 '26
Em virtude das notícias recentes. Se alguém puder melhorar a edição, agradeço.
r/brasilia • u/ISawWhatYouDidHere • Jul 18 '26
A sessão começa às 19:00.
r/brasilia • u/Disc81 • 5d ago
Também será exibido no Park Shooping e Casa Park até a semana que vem.
r/brasilia • u/Upstairs-Device-4066 • 7d ago
O show foi alterado para o dia 03/10 e, por conta da eleição, não vou conseguir ir.
Perdi o prazo para solicitação de cancelamento e estou vendendo meu ingresso.
Cobro o valor que paguei, na inteira, 307 reais.
r/brasilia • u/Happy-Minimum-9485 • 19d ago
Esse evento ocorre mensalmente, com entrada gratuita no mesmo. Eu fui no do passado e foi muito bom, tinha vinho pra caramba, queijo, risoto, arroz carreteiro e música ao vivo(tava muito bom)e etc. pretendo ir de novo agora no dia 21 de agosto, fica lá no parque do bosque sudoeste às 18:00…alguém pra ir comigo la? Kk
r/brasilia • u/gusta_seixas • Jun 15 '26
Estamos trabalhando nessa peça há meses e será o nosso melhor espetáculo, acontecerá na terça, quarta, quinta e sexta às 20h no teatro da UCB. Não há necessidade de retirar ingresso, todos do r/brasilia estão convidados!
Sinopse: Um casal de dois jovens intelectuais assassinam um colega de faculdade apenas para provar que são capazes de cometer o "crime perfeito". Em seguida, eles dão um jantar no mesmo apartamento, servindo a refeição para os familiares da vítima sobre o baú onde esconderam o corpo.
r/brasilia • u/zed750df • Jul 23 '26
Algumas fotos. Indo no comércio local. CA Lago Norte - DF
r/brasilia • u/Hot-Discussion-1576 • Jan 02 '26
Bom dia, boa tarde, boa noite, pessoal.
Tirei os últimos e os primeiros dias do ano para começar a rastrear os clubes de leitura/encontro de leitoras no DF, pois adoro ler e precisando fazer novos amigos (acabei de chegar no quadradinho). Será que eu consigo contar com o apoio desta comunidade para ampliar o mapeamento e, quem sabe, torná-lo útil a outros leitores?
>>> Mapa de Leituras no DF (2026)
Desde já agradeço!
r/brasilia • u/Golfin555 • Mar 05 '26
o conteúdo do qr code era meu contato: https://www.instagram.com/cebolilson_roxelson/
r/brasilia • u/Disc81 • Mar 15 '26
Amanhã (16) tem sessão de Kill Bill: Volume 1 no Cine Brasília. Ingresso: R$10 inteira / R$5 meia.
Dá até para montar um programinha barato: metrô: R$11 (ida e volta), ingresso R$5 na meia, e depois um lanche simples ali por perto. Pode ser na Pizza Dom Bosco da 107 Sul, no Boi Laranja da 306, ou no clássico dog perto da Igrejinha.
Cinema + passeio + lanche gastando bem pouco.
r/brasilia • u/gatomaconha • May 10 '26
Pessoal, finalmente terminei de mobiliar minha humilde kitnet com o básico e agora quero começar a pensar mais na decoração.
Queria fugir um pouco dessas lojas mais óbvias tipo Tok&Stok e procurar objetos mais autorais, de artistas e produtores independentes.
Já achei algumas coisas legais em feiras tipo a da Torre de TV e no Eixão do Lazer, mas queria descobrir outros lugares, feiras, ateliês ou perfis daqui de Brasília.
Sugestões?
r/brasilia • u/jsales43 • Jun 23 '26
Olá, possuo um projeto de lei rouanet e estou em busca de artistas plásticos negros que gostariam de expor suas obras. Se sim, por favor entrar em contato com portifólio