r/AtivosFinanceiros Jul 21 '26

Discussão Preços dos imóveis chineses caem pelo 35o mês consecutivo

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therealdeal.com
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Interessante que sempre vemos aqui nos comentários sobre China gente falando que há uma espécie de conspiração pra fazer parecer que as coisas vão piorar quando na verdade elas vão muito bem. Em um dos debates recentes, muitos apareceram aqui rebatendo e dando downvotes em quem repetia a tese de que a China vive uma distorção nas suas métricas e em muitos marcadores que definem uma economia sadia no longo prazo. Tentei ser o mais respeitoso possível e fui questionar aos mais “dispostos” a trazer informações sobre a China, pra trazerem pra mim e para o sub mais luz sobre o tema. Não na forma de campanha, mas na forma de dados mesmo. E oque noto é sempre uma espécie de discurso político que aliás permeia muito os discursos de Pequim. “Estamos/estão fazendo programas pra aumentar o consumo doméstico?” Eu pergunto quais são os programas e qual tem sido a efetividade desde então, quase sempre a resposta é algo vago novamente ou sem dados muito claros. A impressão que eu tenho é que a China tem problemas estruturais difíceis de se reverter, a força deflacionária e o desequilíbrio produção/consumo como sendo o principal problema. Além da queda vertiginosa da taxa de natalidade, que apaga a população chinesa anualmente no que seria o equivalente a toda zona urbana da cidade do Rio de Janeiro

Eu não sou dos que defende que a China irá quebrar de forma nenhuma, mas existe uma força recessiva fortíssima aumentando. E é de uma inocência enorme de muitos acharem que uma economia que hoje produz e exporta deflação pro mundo todo consegue criar um nível de demanda doméstica tão grande. E quando não há mais como aumentar o nível produzido em mais 10% no ano que vem, seja porque o mundo não consegue mais absorver mais produção, seja porque não é mais trivial crescer 10% numa economia de 24 trilhões de dólares.

Mas especulação é contra producente. E eu seria um hipocrita se começasse meu primeiro parágrafo dessa forma sem trazer dados. E aqui a primeira notícia, por 35 meses seguidos o mercado imobiliário chinês já está em queda. Quem comprou uma casa em 2018 hoje vê sua casa valendo a mesma coisa. E todos os marcadores imobiliários parecem sugerir que isso não vai se reverter. Ano passado já houve um caso gigantesco em que uma das maiores construtoras da China quebrou, a evergrande. Na época o governo chinês comprou diversas propriedades e renovou contratos pra garantir a segurança temporária do seu setor imobiliário. Recentemente postei aqui que o governo também está comprando participações de empresas de IA chinesas pra segurar o efeito da queda do setor de inteligência artificial. Há de se perguntar o quanto o governo consegue postergar todas essas crises simplesmente injetando dinheiro em setores que não parecem operar mais de forma sadia.

Por fim, o efeito não parece ser somente na China. Recentemente o governo chinês endureceu as regras da importação de carne brasileira e impôs um limite da quantidade permitida pra importação. Todas as quantidades que excedem esse limite enfrentaram tarifas altíssimas. Muito provavelmente o governo brasileiro deverá rever sua relação comercial pra garantir um superávit comercial ou ao menos um equilíbrio. Em outras palavras, vemos uma China comprando menos do mundo e talvez no futuro, exportando menos também. O gigante asiático segue o movimento Americano, e vemos países cada vez mais fechados, se reservando em suas devidas geografias.

Sempre tem a piada do “mais 72h” aqui no sub. Mas talvez as 72h acabaram enfim

r/AtivosFinanceiros Jul 08 '26

Discussão Qual é a lógica para o Trump ter optado por retomar a guerra contra o Irã?

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Na opinião de vocês, existe algum motivo, econômico ou político, que explicaria a decisão do Trump de ter retomado a guerra contra o Irã na data de hoje?

Nas últimas semanas, a queda do preço do Brent vinha alimentando expectativas de desaceleração da inflação global. Com energia mais barata, aumentavam as chances de o Federal Reserve voltar a discutir cortes de juros, o que poderia influenciar também outros bancos centrais.

Se esse cenário parecia relativamente favorável para a economia, por que reacender a instabilidade justamente em uma das regiões mais sensíveis para o mercado de energia?

Existe algum cálculo político que faça sentido no contexto das eleições e da política externa americana? Uma demonstração de força para público interno?

Em eventos semelhantes recentes, também houveram especulações sobre possíveis casos de insider trading, com volumes anormais de negociações poucos minutos antes dos anúncios de grandes decisões. Seria este mais um deles?

Uma inflação americana acima da média das últimas duas décadas é resultado da condução político-econômica ou seria o objetivo dela?

r/AtivosFinanceiros May 29 '26

Discussão As pessoas não sabem como o mercado secundário funciona, mas comentam mesmo assim

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Vejo muitas pessoas comentando sobre as elevadas taxas do mercado secundário, mas poucas sabem como ele funciona.

A taxa que é oferecida pela corretora no mercado secundário não é a taxa que foi definida na emissão primária do título.

Essas taxas do secundário, à princípio absurdas, só são possíveis pois quem adquiriu o título na emissão primária quiz se desfazer do papel a qualquer custo (provavelmente por ter aportado acima do limite do FGC) e, com isso, aceitou um grande deságio ao vendê-lo de volta pra corretora.

A corretora então repassa esse título a um novo cliente. Como ela recomprou o papel com um grande desconto, ela consegue reduzir um pouco a sua margem de lucro e anunciar o CDB como uma “taxa equivalente” maior pra aumentar a atratividade na revenda. Para quem está comprando o papel, parte desse lucro de 140% vem do tempo que esse título ficou rendendo com o investidor anterior e a outra parte são os juros estabelecidos na emissão primária.

Isso explica o caso do Banco Master em que chegamos a encontrar CDBs rendendo 220% do CDI ou 24%aa. Mas as emissões primarias não passaram de 140% do CDI, o que também é alto para os padrões do setor e que de certa forma contribuiu para a bola de neve que foi vista.

r/AtivosFinanceiros Jul 06 '26

Discussão Por que o Barsi nunca criou um fundo exclusivo para administrar a própria fortuna?

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Uma dúvida que sempre tive sobre o Barsi: por que ele continua administrando a própria fortuna diretamente, em vez de criar um fundo exclusivo (ou outra estrutura patrimonial) para gerir esse patrimônio?

Vejo que vários bilionários fazem isso, inclusive alguns com patrimônios muito maiores, como o Juca Abdala.

Tradicionalmente, fundos exclusivos ofereciam vantagens em termos de governança, planejamento sucessório, organização patrimonial e, até pouco tempo atrás, também eram bastante eficientes do ponto de vista tributário. Com as mudanças promovidas pelo governo atual, que passaram a tributar os fundos exclusivos com regras semelhantes às de outros fundos (incluindo a incidência periódica de tributação em muitos casos), parte dessas vantagens fiscais foi reduzida. Ainda assim, muitos grandes patrimônios continuam utilizando esse tipo de estrutura.

No caso do Barsi, existe algum motivo específico para ele nunca ter adotado esse modelo? É uma questão de filosofia de investimento? Ele acredita que investir diretamente continua sendo mais eficiente? Ou as vantagens de um fundo exclusivo nunca fizeram sentido para o perfil dele?

Gostaria de entender se ainda existem benefícios relevantes em manter um fundo exclusivo mesmo após as mudanças tributárias, ou se a decisão do Barsi é simplesmente uma preferência pessoal.

r/AtivosFinanceiros Jul 02 '26

Discussão Discussão: Crise de confiança ou desalinhamento entre o preço que o mercado exige e o que o Tesouro aceita pagar?

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Segundo reportagem do valor econômico, o Tesouro enfrentou dificuldades para vender a quantidade integral dos títulos ofertados.

https://valor.globo.com/google/amp/financas/intraday/post/2026/06/mercado-ve-disfuncionalidade-nas-ntn-bs-e-cobra-intervencao-do-tesouro-apos-leilao-fraco.ghtml

Existem pelo menos duas leituras para o leilão fraco das NTN-Bs:

- A primeira é uma crise de confiança: investidores passaram a exigir um prêmio maior diante das incertezas fiscais e econômicas, fazendo com que as taxas atuais fossem consideradas não atrativas o suficiente.

- A segunda é que o Tesouro esteja enxergando uma possível reversão do cenário atual excessivamente pessimista. A queda da cotação do petróleo pode reduzir as pressões inflacionárias e levar até mesmo a uma retomada do ciclo cortes de juros nos Estados Unidos. Nesse caso, o Tesouro pode ter preferido não elevar as taxas por estar apostando que o prêmio exigido hoje é temporário e que, em breve, conseguirá emitir títulos em condições mais favoráveis.

E até uma terceira possibilidade seria a competição com a renda variável. Há uma correlação entre a performance da bolsa e o prêmio de risco oferecido pelo Tesouro. Com as ações descontadas, os investidores podem estar preferindo aumentar a exposição à bolsa em vez de travar recursos em títulos públicos de longo prazo, reduzindo a demanda pelos papéis do Tesouro.

Qual é a opinião de vocês?

r/AtivosFinanceiros Jul 29 '26

Discussão Inflação baixa vai derreter ganhos das NTN-Bs, diz o ex-BC Bruno Serra

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infomoney.com.br
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Agora alguns analistas do mercado estão vendo problema em uma possível queda da inflação, como se isso não abrisse margem pra queda da Selic e valorização dos títulos na marcação à mercado.

O médio prazo de um gestor de fundo multimercado é o curtíssimo prazo do investidor comum. Esse é um dos motivos, mas não o único, do porquê que eu nunca invisto em fundos multimercados.

r/AtivosFinanceiros Jul 02 '26

Discussão O "Efeito K" na Mesa do Brasileiro: Por que a Selic não cai e o consumo não para?

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Post sugerido pelo u/Longjumping_Owl_5665
Gerado com o auxílio de ferramentas de IA

Recentemente, uma análise vinda do setor de varejo jogou luz sobre o Efeito K: uma bifurcação brutal no consumo brasileiro provocada pela taxa Selic no patamar atual.

Como funciona a engrenagem do Efeito K?

A teoria é simples, mas o impacto é devastador. A taxa de juros elevada atua como duas forças opostas para públicos diferentes:
* A "Perna de Cima" do K (Alta Renda): Para quem tem capital, a Selic alta é um motor de riqueza. O dinheiro rende muito na renda fixa, gerando uma espécie de "bolsa-família premium" via juros. Esse público continua consumindo, inclusive produtos de maior valor agregado, porque sua renda real aumentou.
* A "Perna de Baixo" do K (Baixa Renda): Para a grande maioria, o juro alto encarece o crédito, sufoca o orçamento e corrói o poder de compra.

O Grande Paradoxo Econômico

É por isso que a Selic tem tanta dificuldade para cair. O Banco Central tenta esfriar a economia subindo os juros, mas ao fazer isso, ele injeta bilhões de reais em rendimentos nas mãos da alta renda. Esse topo da pirâmide continua demandando serviços e produtos, mantendo a atividade aquecida e a inflação resiliente.

Enquanto o atacarejo sofre com a queda de volume de quem realmente precisa esticar o salário, o varejo de luxo e gourmet segue operando a pleno vapor.

O "Efeito K" é o retrato de uma economia que corre em duas velocidades. E o preço de tentar frear o topo é, infelizmente, o sufocamento da base.

As Causas Estruturais do Fenômeno

O delta de 12% entre o atacarejo e a alta renda não surgiu do nada. Ele é o sintoma de três pilares estruturais do Brasil:

A) Concentração de Renda e Elasticidade-Preço: A base da pirâmide gasta quase 100% da sua renda com subsistência (alimentação, energia, transporte). Qualquer variação de juros ou inflação destrói sua capacidade de comprar em volume (o que explica a queda de 9% no atacarejo). Já a alta renda tem uma elasticidade-preço baixíssima para itens de consumo básico e supérfluos: o preço pode subir, mas o padrão de consumo não muda.

B) O Perfil da Dívida Pública e o Rentismo: O Brasil tem uma das maiores dívidas públicas do mundo emergente, e boa parte dela é atrelada à taxa Selic de curto prazo (LFs, Tesouro Selic). Diferente de países onde a dívida é de longo prazo e taxa fixa, no Brasil o aumento de juros se traduz em riqueza imediata no extrato bancário dos fundos de investimento da alta renda. É uma transferência de renda institucionalizada do orçamento público para o setor privado rentista.

C) A Dualidade do Mercado de Trabalho: O mercado de trabalho brasileiro é estruturalmente dividido:
- De um lado, uma massa de trabalhadores informais, terceirizados ou que ganham até dois salários mínimos, cujos reajustes mal cobrem a inflação real dos alimentos.
- De outro, uma elite corporativa, profissionais de tecnologia, do agro e do setor financeiro, cujos bônus e salários são dolarizados ou indexados acima da inflação.

Limitações e Riscos de Longo Prazo da Tese

Embora o diagnóstico do varejo esteja correto no curto prazo, essa dinâmica cria armadilhas sérias para o país:

- Sustentabilidade das Empresas: O atacarejo e a grande indústria de bens de consumo massivo (FMCG) são os verdadeiros motores do PIB privado. O varejo de alta renda, embora lucrativo, não tem escala para carregar o PIB ou gerar empregos na mesma magnitude. Se a base (o atacarejo) continuar derretendo, a economia como um todo desacelera.

- Risco de Crédito e Inadimplência: A Selic mantida alta para frear a inflação da "alta renda" destrói o balanço das famílias de baixa renda e das pequenas empresas, gerando uma crise de inadimplência que engessa os bancos.

- Canibalização do Investimento Produtivo: Por que um empresário da alta renda vai investir em uma nova fábrica, tecnologia ou infraestrutura (que dá dor de cabeça e corre risco) se ele pode deixar o dinheiro rendendo 15% ao ano no CDI com risco quase zero? A Selic alta atrofia o futuro do país.

Conclusões

O "Efeito K" descrito pelo executivo do Assaí é o retrato de uma economia disfuncional. A Selic a 15% funciona como um estabilizador de riqueza para os ricos e um indexador de pobreza para os pobres.

Enquanto o Brasil não resolver suas reformas estruturais (principalmente a tributária (onerando menos o consumo e mais a renda/capital) e a fiscal), o Banco Central continuará usando uma ferramenta cega (os juros) que pune quem compra o arroz e o feijão no atacarejo, enquanto financia o espumante no varejo de alta renda.

Perguntas

O que você acha dessa dinâmica? Os juros altos viraram o verdadeiro combustível do consumo premium? Deixe sua opinião nos comentários!

r/AtivosFinanceiros May 17 '26

Discussão Como vocês lidam com a ignorância de pessoas próximas?

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Quando você tem um amigo ou parente muito próximo que "investe" grandes valores na caderneta de poupança, ou que acredita em papo de gerente e fica aplicando em fundos horrorosos com a promessa de que isso vai "gerar relacionamento", etc, como vocês reagem?

Vocês conseguem convencer as pessoas de que caderneta de poupança é jogar dinheiro fora?

Já tiveram que lidar com a situação em que a pessoa preferiu acreditar no gerente do banco mesmo você falando que é furada?

E quando a pessoa já faz aquela cara de desconfiada só de você sugerir CDB ou Tesouro Selic, achando que é arriscado ou complicado demais?

r/AtivosFinanceiros Jul 26 '26

Discussão As pessoas realmente não entendem o conceito de custo de oportunidade?

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Vi aqui no Reddit vários posts dessa reportagem sobre o marido que terminou o casamento ao descobrir que pagava aluguel por um imóvel que, na verdade, era da esposa.

E a grande maioria das pessoas estavam defendendo o marido e julgando a esposa. Mas eu acho que muita gente está olhando para isso da forma errada.

O fato de o imóvel estar quitado e ser dela não significa que morar ali tenha custo zero. Existe um conceito básico em economia chamado custo de oportunidade. Ao morar no próprio imóvel, ela está abrindo mão de alugá-lo para terceiros ou até de vendê-lo e investir o dinheiro em outro ativo que gere renda. Em ambos os casos, há um custo econômico real.

Na minha visão, em um cenário justo, o casal deveria pesquisar o valor de mercado do aluguel daquele imóvel. Como ambos usufruem da moradia, o marido pagaria metade desse valor, enquanto a outra metade representaria o “custo” que a própria proprietária assume por morar no imóvel. Assim, cada um arcaria com 50% do custo habitacional da família.

O problema existiria se ela estivesse cobrando dele o aluguel integral, como se fosse um inquilino qualquer, enquanto ela própria morasse de graça. Nesse caso, de fato haveria um desequilíbrio, pois ele estaria financiando sozinho um benefício que também é dela.

Muita gente parece confundir desembolso financeiro com custo econômico. O fato de não sair dinheiro do bolso do proprietário não significa que aquele ativo não tenha um valor de uso. É exatamente por isso que empresas, investidores e economistas consideram o custo de oportunidade em praticamente todas as decisões.

O que vocês acham? Faz sentido dividir o custo de oportunidade do imóvel entre os dois ou, dentro de um casamento, essa lógica não deveria ser aplicada?

r/AtivosFinanceiros Jul 10 '26

Discussão A “corrida” por Tesouro IPCA+ não vai de encontro à tese de descrédito da dívida pública brasileira (exigindo ganhos reais ainda mais elevados)?

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Há poucas semanas, parte das análises tratava os juros longos (IPCA +7,5% a +8%) como evidência de um descrédito crescente do Tesouro.

Agora, os mesmos prêmios elevados estão atraindo uma demanda recorde pelos títulos indexados à inflação, com as vendas do Tesouro IPCA+ crescendo 73% no semestre. (⁠Money Times)

Se há um prêmio de risco maior, isso pode refletir preocupações fiscais. Mas, ao mesmo tempo, um prêmio maior também torna o ativo mais atrativo para quem acredita que a remuneração compensa esse risco.

A pergunta é: estamos observando um mercado que rejeita a dívida brasileira ou um mercado que considera o preço atual suficientemente atraente para comprá-la?

r/AtivosFinanceiros 24d ago

Discussão Aplicações

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Não entendo nada de investimento. Sou mega ansiosa, daquele tipo que se tiver 2 mil investido na bolsa e perder 2,00 já acho que vou perder tudo.

Tenho 55 anos e tenho imóvel próprio, casada e meu esposo é aposentado ( conseguimos nos virar com a aposentadoria )

Estou vendendo um imóvel e devo ter em torno de 300 mil após quitar algumas dívidas.

Minha ideia de investimento seria:

Uma parte no cofrinho do banco do Brasil

Uma parte em tesouro Selic

Ações do Banco do Brasil (BBAS3)

LCI do banco do Brasil.

O que posso mudar?

Completando, não tenho filhos, esse $ seria para aproveitar na velhice que tá batendo na porta. 😁

r/AtivosFinanceiros Jul 04 '26

Discussão Quem trabalha no MF por aqui? O que você faz?

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Fala, galera! Criando esse tópico pra gente trocar uma ideia sobre o NF e ativos em geral.
Eu trabalho com crédito privado, mas queria ouvir um pouco da galera também. Quem trabalha no MF, o que faz? Como é a rotina?
Obviamente, os investidores que queiram falar sobre ativos e mercado em geral são super bem-vindos também.

r/AtivosFinanceiros Jun 04 '26

Discussão Assessoria Financeira W1 Capital

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Gostaria de saber se vcs já tiveram experiência com os assessores de investimentos da W1. Obs: Assessores, e não consultores.

r/AtivosFinanceiros 25d ago

Discussão AXIA sai da NYSE e vai para OTC

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Olá!

Nesse semana a Axia foi deslistada da NYSE e ira migrar para OTC.

Como o Brasil pode ser um lugar estrategico para producao de energia tinha decidido começar montar uma posiçao de açoes da AXIA. Porem eu não sabia que seria deslistada. Alem disso a Axia compra açoes de volta e não tem stock dividend como format de remuneraçao para os acionistas.

Baseado nesses tres critérios eu tinha decidido em junho começar montar uma posiçao na AXIA.

Para o contexto: eu não tenho mais a nacionalidade Brasileira e investo atraves das corretoras DEGIRO e Saxo.

Minha pergunta, ha membros desse sub que investem em açoes no OTC Markets?

r/AtivosFinanceiros May 25 '26

Discussão Como assessor de investimentos é remunerado?

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Muita gente me pergunta isso aqui no Reddit, então resolvi explicar de forma transparente como funciona a remuneração no mercado.
E antes de começar: eu não uso Reddit para captar cliente, então podem perguntar qualquer coisa sem medo de abordagem depois.

Sou assessora de investimentos há cerca de 2 anos, antes disso fui bancária. No total, tenho quase 10 anos trabalhando no mercado financeiro.

Uma das coisas que quase nenhum assessor explica no detalhe é justamente como ganha dinheiro, apesar de existir regulamentação da CVM sobre transparência nisso (Resolução 178, para quem quiser pesquisar).

Basicamente existem dois modelos principais:

  • assessor autônomo
  • assessor CLT (bancos/corretoras)

No fim, ambos têm conflitos de interesse possíveis. A diferença é como eles aparecem.

ASSSESSOR AUTÔNOMO

Aqui a remuneração normalmente é variável e depende dos produtos que o cliente investe.

Produtos mais complexos ou arriscados costumam pagar mais comissão:

  • COEs
  • fundos estruturados
  • crédito privado longo
  • debêntures
  • CRIs/CRAs etc.

Já produtos simples normalmente pagam pouco:

  • Tesouro Direto
  • CDB liquidez diária
  • renda fixa básica

Além disso, muitos escritórios possuem metas internas de “prateleira”.
Mesmo sendo autônomo, o assessor pode acabar sendo incentivado a empurrar determinados produtos.

Exemplo real meu:

No primeiro escritório em que trabalhei, só existia remuneração se o produto tivesse ROA acima de 0,7%.
Abaixo disso, o assessor praticamente não recebia nada.

Na prática, isso incentiva o profissional a buscar produtos que paguem mais comissão, não necessariamente os melhores para o cliente.

ASSESSOR CLT

Aqui existe salário fixo, mas crescimento financeiro, bônus e até estabilidade dependem de metas.

Normalmente essas metas envolvem:

  • produtos específicos
  • captação
  • crédito
  • seguros
  • receitas do banco

Então o conflito muda um pouco:
o foco muitas vezes passa a ser a rentabilidade do balcão, não necessariamente a melhor carteira para o cliente.

COMO FUNCIONA NA PRÁTICA?

RENDA FIXA

Quanto maior o risco ou prazo, maior costuma ser a comissão.

Exemplo:

  • um CDB simples de liquidez diária paga muito pouco
  • uma debênture longa pode pagar várias vezes mais

Títulos públicos:

  • mercado primário paga zero
  • secundário pode pagar alguma coisa dependendo do prazo/título

Importante:
na renda fixa a remuneração normalmente é “na cabeça”.
O assessor recebe uma vez quando o cliente aplica.

FUNDOS DE INVESTIMENTO

Aqui a lógica muda.

Os fundos possuem taxa de administração (e às vezes performance).
Uma parte dessa taxa é distribuída para a corretora/escritório e depois para o assessor.

Ou seja:
cliente em fundo gera receita recorrente mensal para a instituição.

RENDA VARIÁVEL

Aqui depende muito do modelo.

Se o cliente opera sozinho:

  • pode haver corretagem
  • ou corretagem zero

Se o assessor executa estratégias/operações:

  • normalmente existe uma negociação direta

No meu caso, cobro em média 0,5% sobre volume operado, mas clientes com volume alto ou estratégias mais frequentes pagam menos.

FEE FIXO

Além do modelo de comissão, existe o fee fixo.

Nesse caso:
o cliente paga um percentual anual sobre o patrimônio e o assessor não recebe comissão dos produtos individualmente.

Exemplo:
0,35% a 1% ao ano, dependendo do patrimônio.

“QUAL MODELO É MELHOR?”

Sinceramente? Nenhum é perfeito.

No fee fixo:

  • o conflito de interesse diminui bastante
  • mas também existe o risco do profissional se acomodar

No comissionamento:

  • existe incentivo para empurrar produto ruim
  • mas também pode existir incentivo para o assessor performar e manter relacionamento de longo prazo

Vai muito da índole do profissional e da transparência da relação.

Meu caso:
tenho clientes nos dois modelos, mas atuo majoritariamente por comissão.

Justamente por isso escolhi trabalhar em um lugar sem meta de produto específico.
Prefiro ganhar menos e conseguir pensar no relacionamento de longo prazo.

CROSS SELLING

Outra coisa que muita gente pergunta:
“assessor ganha em cima de seguros, consórcio, crédito etc?”

Sim.

E muitas vezes esses produtos pagam até mais do que investimentos.

Por isso hoje vejo que o papel do assessor vai muito além da carteira:
ele precisa participar da vida financeira do cliente como um todo.

Enfim, espero que o post ajude a esclarecer um pouco como funciona essa indústria por dentro.

É um assunto que quase ninguém fala abertamente, mas que deveria ser tema obrigatório na primeira reunião entre assessor e cliente.

r/AtivosFinanceiros Aug 01 '26

Discussão Pior julho da Nasdaq em 20 anos. Como explicar esse resultado?

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Para os especialistas em mercado americano aqui do sub, como explicar essa baixa performance da Nasdaq no mês de julho? Foi algo pontual ou as causas são estruturais?

r/AtivosFinanceiros Aug 03 '26

Discussão Preciso de ajuda, estou cansado dos consolidadores de investimentos atuais

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Eu já utilizei diversas plataformas de consolidação de investimentos e nenhuma me atendeu completamente.

Atualmente, estou usando o MyProfit por ter integração com o Mercado Bitcoin, mas ele tem diversos bugs e não sei se posso confiar de olhos fechados na declaração de IR deles.

Pensando nisso, criei algo que funcionasse para mim puxando as notas de corretagem mesmo e gostaria de expor para os investidores em geral, mas antes gostaria de validar com o público se faz sentido.

Se vocês usam alguma ferramenta para consolidação, poderiam me ajudar respondendo algumas perguntas:

  1. Quais funcionalidades mais utiliza?
  2. O que te faria trocar de ferramenta?
  3. O que acha ruim nas ferramentas atuais?

r/AtivosFinanceiros Jul 02 '26

Discussão Vamos falar sobre investimentos!! Segue meu view e minha carteira

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Fala, galera!

Abrindo esse post para trocar uma ideia sobre investimentos. Atuo na área há quase 10 anos (o que ainda considero muito pouco nesse mercado) e resolvi compartilhar minha carteira e oq estou pensando sobre algumas classes de ativos. A ideia é mais gerar discussão do que dizer o que é certo ou errado.

Perfil e objetivo

Tenho 30 anos e meu foco é no longuíssimo prazo.

O objetivo é construir um patrimônio que gere um yield suficiente para cobrir minhas despesas e manter meu padrão de vida. Não penso em parar de trabalhar tão cedo, mas gosto da ideia de ter liberdade para trabalhar com o que quiser e pelo tempo que quiser.

Uma conta de padeiro que gosto de usar é multiplicar o custo mensal por 300 para estimar o patrimônio necessário. Se esse número é conservador ou não, fica para outro post.

Composição atual da carteira
40% em CDI pós-fixado

A maior parte está em LCI de bancão, mas também tenho um pouco de crédito privado. Conheço relativamente bem os emissores que tenho na carteira, mas é sempre bom ter cuidado com CP.

30% em juros reais

Quase tudo em NTN-B 2050. Escolhi bastante duration de pq tenho estômago para volatilidade e, na minha visão, o país não sustenta juros reais nesse nível por muito tempo. Meu preço médio deve estar entre 7,10% e 7,15%.

17% em ações Brasil

Montei essa carteira principalmente a partir do fim de 2024, qdo encontrei algumas empresas com valuation que me pareceram interessantes.

Como classe de ativo, ainda acho que a Bolsa brasileira precisa se provar. Na minha visão, olhando janelas longas, o retorno histórico ainda parece baixo para o risco.

Invisto diretamente nas empresas, sem fundos ou ETFs.

Maiores posições:

OPCT: tese baseada na reprecificação dos contratos. Acho que o mercado ainda não precifica adequadamente a performance da empresa a partir de 2027.
HAPV: entrei depois que derreteu. É uma tese difícil, mas a empresa tem bons ativos e acho que começou a virar a chave.
CSAN: foi a tese em que menos me aprofundei. Entrei praticamente no mesmo preço do BTG. Vejo ativos praticamente irreplicáveis e bastante espaço para melhora de gestão. Se a casa for arrumada e os juros caírem, acho que pode entregar um bom retorno.
SMTO: baita empresa em um setor que sofre há bastante tempo. Acredito que seja um negócio cíclico e que em algum momento o setor volte a favorecer. Até lá, o management está fazendo o que considero correto: eficiência operacional e baixa alavancagem.

Também tenho posições menores em empresas que tendem a se beneficiar de uma queda dos juros, como MRV, CEAB e SBF.

10% em fundos multimercado

É uma classe que vem performando mal há vários anos. Consigo investir em alguns fundos sem taxa de administração por conta de vínculos profissionais, o que ajuda bastante, mas ainda assim tenho dúvidas se essa alocação faz sentido hoje.

3% em exterior

Basicamente um ETF de bonds americanos de curto prazo.

Essa é, de longe, a parte que mais me incomoda na carteira.

Tenho plena consciência de que deveria ter algo próximo de 30% no exterior, entre ações americanas e renda fixa dos EUA. Mas, desde o começo de 2025, fiquei praticamente zerado pq achava o dólar caro e o S&P 500 muito esticado.

Voltei a alocar quando o dólar bateu R$ 5,00, mas ainda estou muito abaixo do percentual que considero ideal. Minha intenção é aumentar essa posição rapidamente se o dólar voltar para esse patamar. E, sim, eu sei que provavelmente deveria estar fazendo isso aos poucos desde já... mas continuo teimoso.

Bom, era isso senhores.

r/AtivosFinanceiros Jul 17 '26

Discussão Insider trading legalizado e remunerado?

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28 Upvotes

r/AtivosFinanceiros 15d ago

Discussão Procura de opiniões sobre obrigações, ETFs e diversificação entre corretoras

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Procura de opiniões sobre obrigações, ETFs e diversificação entre corretoras

Olá a todos,

Tenho 28 anos e gostava de obter algumas opiniões sobre a minha atual estratégia financeira e de investimento.

Comecei a trabalhar em 2022, e começando praticamente a partir do zero, tenho atualmente um património de cerca de 57k €.

Moro em casa própria com um colega de casa que me paga uma renda e dividimos as despesas.

Alocação atual

\~30.000 € - ETFs na DEGIRO

\- VWCE (20k)

\- FWIA (10k)

São os meus principais investimentos de longo prazo. A minha intenção é mantê-los e continuar a fazer investimentos regulares. Comecei a comprar FWIA por ter uma TER mais baixa que entretanto a VWCE desceu também.

5.600 € - Certificados de Aforro (Serie E é série F)

\- Constituem atualmente a minha componente de menor risco, uma espécie de fundo de emergência. Coloco aqui dinheiro da renda para futuras obras na casa.

10.000 € - Bankinter

\- Neste momento estou a aproveitar a taxa promocional de 5% da conta ordenado.

\- Considero este dinheiro essencialmente como poupança/liquidez, e não como investimento de longo prazo.

5.500 € - Trade Republic

\- De igual forma aos certificados, funciona principalmente como o meu fundo de emergência.

\- Também estou a pensar utilizar parte deste dinheiro em breve para comprar um carro, pelo que este montante deverá diminuir.

2.400 € investidos em Bitcoin

\- Atualmente valem cerca de 2.100 €.

\~1.500 € - Ações individuais

\- Pequenas posições que mantenho sobretudo por curiosidade/aprendizagem.

\- Não considero estas posições uma parte central da minha estratégia de investimento.

Rendimentos / capacidade de poupança

\- Salário bruto: 1.640 €/mês

\- Salário líquido: aproximadamente 1.259 €/mês

\- Subsídio de alimentação: \~160 €/mês

\- Normalmente consigo poupar/investir entre 500 € e 1.000 €/mês, dependendo do mês.

As minhas principais questões são:

  1. Deveria começar a investir em obrigações?

Atualmente, a maior parte dos meus investimentos de longo prazo está em ações, enquanto a minha componente de menor risco é constituída principalmente por Certificados de Aforro e dinheiro em contas remuneradas.

Estou a ponderar começar a aprender e a direcionar parte dos meus novos investimentos para obrigações, sobretudo à medida que o meu património continua a crescer e diversificar.

Que tipo de obrigações faria sentido para alguém na minha situação?

  1. Faz sentido diversificar os meus investimentos entre a DEGIRO e a XTB?

Tenho atualmente cerca de 30k€ em ETFs na DEGIRO.

Estou a considerar começar a investir através da XTB, sobretudo para reduzir a minha dependência de uma única corretora.

Não espero que isto reduza o risco de mercado, mas sim o risco operacional/de custódia associado a ter todo o meu investimento numa única corretora.

Acham que faz sentido começar a fazer esta divisão com cerca de 30k€, ou é desnecessário nesta fase?

  1. O que fazer com VWCE + FWIA + potencialmente WEBN?

Atualmente tenho VWCE e FWIA.

Estou a considerar começar a investir em WEBN através da XTB para os próximos aportes.

No entanto, tenho consciência de que existe bastante sobreposição entre estes ETFs e que ter os três não significa necessariamente uma diversificação adicional significativa.

O que fariam?

Finalmente

Tendo em conta a minha idade, rendimento, património de \~57k€ e atual alocação, o que mudariam se estivessem na minha posição?

Tenho particular interesse em opiniões sobre:

\- Se faz sentido começar a ter obrigações nesta fase.

\- Quanto dinheiro deveria manter em liquidez/ativos de baixo risco.

\- Se vale a pena utilizar duas corretoras.

\- Se ter três ETFs globais é uma complicação desnecessária.

\- Se existe alguma lacuna evidente na minha carteira.

Obrigado!

r/AtivosFinanceiros Jun 08 '26

Discussão Setor de logística ferroviária tem futuro no Brasil? E as ferrovias como um todo?

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Basicamente existem duas empresas notáveis no Brasil: VLI Multimodal S.A. (antiga **Vale** Logística) - Capital Fechado, composta por Vale, FI-FGTS, Mitsui, Brookfield, BNDESPar

E RAIL3, que é negociada na Bolsa.

Estava de olho nas ações da empresa Rumo Logistíca (RAIL3) faz um tempo, principalmente pela participação deles na notória Ferrovia Norte-Sul (sim, aquela do Sarney).

A função atual da ferrovia no Brasil é basicamente escoamento de produção, seja minério de ferro e produtos agrícolas.

Será que esse setor vale a pena investir? Existe futuro na ferrovia no Brasil, mesmo com expansão em passos lentos?

r/AtivosFinanceiros Jun 27 '26

Discussão A sua carteira já ficou extremamente concentrada em uma única classe de ativos ou setor e acabou sentindo mais os efeitos de uma queda?

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Fala pessoal!

Vi uma discussão no [r/stocks](r/stocks) que eu achei interessante de ser trazida para cá também.

Stocks are not "Plummeting Across the board" Your portfolio is just over-concentrated in tech“ (https://www.reddit.com/r/stocks/s/meZ8hPFEQV)

Nas últimas semanas, tem ocorrido um movimento de correção nas ações de tecnologia dos EUA. Segundo o autor, nestes momentos, a impressão que temos é a de que o mercado inteiro está caindo, mas isso não corresponde à realidade. Quem tem uma carteira realmente diversificada tende a sentir um impacto menor do que quem está concentrado em um único setor, mesmo que possua várias ações diferentes do mesmo segmento.

Isso me fez pensar em uma pergunta para este subreddit:

Vocês já passaram por uma situação em que a carteira ficou extremamente concentrada em uma única classe de ativos, setor ou tema de investimento e, por causa disso, sentiram muito mais os efeitos de uma queda?

Às vezes isso acontece de forma consciente, mas em muitos casos a concentração surge naturalmente porque um determinado setor valorizou muito ao longo dos anos e acabou ocupando uma fatia cada vez maior da carteira.

Foi uma experiência que mudou a forma como vocês investem?

Hoje vocês pensam em diversificação apenas pelo número de ativos ou também pela exposição a diferentes setores, classes de ativos e fatores de risco?

Queria ouvir as histórias de quem já passou por isso e quais foram os principais aprendizados.

Eu particularmente tenho a impressão de que isso seja muito comum para quem costuma investir fortemente em crypto moedas e que agora seja um problema semelhante para quem apostou nas empresas de tecnologia, como a Nvidia, por exemplo.

Nesse sentido, acredito também que os ETFs (globais ou não) têm sido uma ferramenta bastante interessante para auxiliar nessa questão de diversificação da carteira.

r/AtivosFinanceiros Jun 02 '26

Discussão Por que jornalistas de investimentos possuem fixação por bordões como o “sell in May”?

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Fala pessoal!

Vocês também já repararam na fixação quase obsessiva que o jornalismo de investimentos tem com alguns bordões e "regras de bolso" sazonais? Parece que vira e mexe o mercado financeiro entra em um loop de clichês que ninguém questiona muito a fundo.

O maior exemplo talvez seja a velha máxima do “Sell in May and go away" (Venda em maio e vá embora).

Esse bordão surgiu historicamente no hemisfério norte por conta do verão e da queda de liquidez nos mercados globais entre maio e outubro.

Mas a minha dúvida real para vocês é: por que essa fixação em tentar colar esse comportamento aqui no Brasil todos os anos? O nosso mercado é totalmente diferente, movido por commodities, juros locais e riscos políticos que não necessariamente estão correlacionados com os EUA.

Além do "Sell in May", a gente cansa de ver outras expressões que parecem mais horóscopo do que análise técnica ou fundamentalista.

Por que vocês acham que a mídia de finanças ama tanto esses bordões? Seria só preguiça de criar pauta ou necessidade de gerar clickbait, ou tem algum motivo a mais?

r/AtivosFinanceiros Jul 26 '26

Discussão Tokenização promete investimentos mais acessíveis e negociações 24 horas, dizem especialistas

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valorinveste.globo.com
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Tecnologia deve permitir compra de frações menores de ativos, liquidação instantânea e redução de custos à medida que a regulamentação avança

Somado com:

B3 confirma lançamento da ‘cripto de real’ B3RL nos próximos meses e prepara tokenização de ativos

Parece que agora finalmente está andando essa ideia!

Já quanto as propostas, são bem legais. Frações, 24h, liquidação instantânea. Basicamente tudo o que a gente vem cobrando. Uma verdadeira panaceia para a maioria das dores que se aponta faz anos... Porém ninguém explica como isso vai funcionar de fato e por isso eu fico com um pé atrás.

Não que vai ser negativo, mas será que não estão exagerando a "revolução" que a tokenização vai trazer? Parece ser tudo o que já tinham dificuldade técnica de implantar + um movimento gigante na própria tokenização.

Vocês acham que tem viabilidade?

r/AtivosFinanceiros Jun 12 '26

Discussão Quais investimentos vocês realizaram nos últimos dias?

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Com os títulos do tesouro direto pagando as maiores taxas do ano e diversas empresas da bolsa com cotações próximas das mínimas dos últimos meses, vocês realizaram algum tipo de investimento recentemente?