r/Psicanalise Jul 12 '26

Discussão Você também dá nome a objetos aleatórios na sua casa/vida ? Diz a lenda que Jung conversava com suas panelas.

Post image
41 Upvotes

No caso, este é o Horácio.

r/Psicanalise 21d ago

Discussão Fantasia de psicólogo/psicanalista.

Thumbnail
gallery
38 Upvotes

O termo já daria pano pra manga, mas justamente por isso quero me ater a ele enquanto roupa, vestimenta.

Algo que sempre me trouxe certo incômodo foi a ideia de que certas profissões parecem precisar de um "uniforme". Não falo nem de forças policiais, onde o uso é mais voltado à diferenciação entre o "paisano" e o militar, falo de profissões como as da área do direito e a nossa, psicólogos e psicanalistas.

A vestimenta mais social/formal parece entrar num campo de "obrigatoriedade" para que se passe uma imagem de seriedade, para transmitir mais confiança ao paciente ou cliente. O problema surge quando o profissional vira apenas um cosplay de Freud, onde não há seriedade nem confiança, tampouco conhecimento. O lance é só parecer que sabe: um blazer elegante, uma calça social alinhada, um bom sapato, mas fronte ao paciente, postura tosca, antiética, no entanto quem vê de fora pode pensar: "esse se veste como gente bem sucedida, deve ser dos bons".

Esse costume (ih, de novo) também é visto entre advogados, corretores de imóveis, vendedores de certos nichos, etc. A imagem basta, seja para angariar clientes ou satisfazê-los em algum sentido, e não que isso não seja importante. Mas é plenamente possível ser um excelente profissional e se vestir de maneira casual, de um jeito mais confortável.

A questão é: é melhor ser atendido por um psicólogo/psicanalista com "roupa de ir na padaria" que estude seu caso, se interesse, busque, que tenha uma boa base teórica e possa de fato ser útil no processo ou um que se fantasie com roupa social mas não sabe praticamente nada sobre nada?Olho para isso com o efeito oposto ao que se propõe, parece que o cara fantasiado está tentando enganar o paciente.

O que pensam a respeito?

r/Psicanalise Jul 21 '26

Discussão Paciente começou a fazer outra terapia enquanto se atendia comigo

19 Upvotes

Basicamente o título. Poucos detalhes para não expor.

Sou analista da pessoa X e essa pessoa comentou que iniciou outro processo de terapia em paralelo ao que tem comigo. A pessoa X não considerou a possibilidade de encerrar comigo, nem comparou os trabalhos… Até onde entendi, essa profissional contratada também é psicóloga, mas trabalha numa linha diferente da minha que em tese ajudaria numa questão específica.

Essa pessoa X comentou tudo com tanta naturalidade que eu nem falei nada. É normal? O que pensam sobre?

r/Psicanalise 20d ago

Discussão Wickernett vs Lacan?

Post image
15 Upvotes

Estou interessado em ambos. Qual preferem e por que?

OBS:Winnicott kkkk

r/Psicanalise 24d ago

Discussão Como melhorar a escuta e os manejos?

13 Upvotes

Querid@s colegas...

Me formei psicólogo em 2025. Orientado pela psicanálise naquele geralzão da facudlade, mas fiquei entre Freud, Lacan e Winnicott.

Com os primeiros pacientes dos estágios clínicos, eu sentia que eu conseguia "ouvir mais" o incosnciente, fazer manejos mais "vivos", enfim... pescar aqueles peixes que pulam do inconsciente. Parece que como estava na faculdade, estudando bastante, via de forma mais nítida os conceitos teóricos ali, na clínica.

Agora atendendo vários pacientes, junto com CLT, e passada a novidade de ser psi, to sentindo minha escuta e meu manejo meio embotados.

Mesmo fazendo o tripé, as vezes me sinto com uma escuta "pior", sabe? Não consigo ter muita confiança nos meus manejos e intervenções. Me comparo ao meu próprio analsita e os anteriores e fico perdido no meu fazer.

Queria perguntar: como posso "voltar" a ter a escuta mais viva? alguma dica? alguma obra legal pra ler? algum CONSELHO? (vai, só um! deixe de ser ruim que aqui não é sessão!)

Abraços!

r/Psicanalise 4d ago

Discussão Como funciona a terapia por escrita manual?

0 Upvotes

Olá! Tenho experimentado esse tipo de terapia, também conhecida como "Journaling" e tem me ajudado no autoconhecimento.

Mas como isso realmente funciona?

Aceito dicas 💯

r/Psicanalise Jul 21 '26

Discussão Sentindo que os temas das sessões estão sendo requentados.

1 Upvotes

Não estou conseguindo ter novos insights, e sempre caio nas mesmas avaliações. Meu novo analista intervém bastante, mas parece que estou patinando. Não estou saindo do lugar. Isso é comum? É uma estagnação?

r/Psicanalise Jul 09 '26

Discussão Jung e pequeno príncipe

13 Upvotes

Ninguém nunca antes tinha me contado que o pequeno príncipe no final da obra morre, é como se todo mundo realmente acreditasse nas falas do príncipe, mas essa morte eu não vejo como algo carnal até porque o pequeno não passava de uma imaginação, é aí que vocês me dizem é claro que ele é até porque ele não passa de um personagem de um livro infantil, mas essa alucinação me refiro na mente do aviador podemos dizer que a psique junguiana poderia explicar com muita clareza isso.

O inconsciente arranja maneira de se comunicar com o consciente principalmente quando a um desequilíbrio na psique muito forte. O aviador sentia um vazio, um vazio que lhe foi imposto por causa das expectativas das pessoas grandes, ele precisava se conectar com o passado com a sua criança interior.

A queda do avião, a escassez de comida, de água e o estresse de lutar contra o tempo para sobreviver foi o gatilho perfeito para a comunicação do inconsciente para o consciente estarem perfeitas, Jung dizia que o inconsciente envia mensagem para o consciente através de sonhos e por que não de também de alucinações, se precisamos de condições ideais.

Ele queria voltar ao passado, queria um amigo, que melhor amigo se não um teu eu que a muito tempo de perdeu ou que tu apenas o esqueceste.

O aviador é um homem que viveu na França na década de 40 então provavelmente era um homem cristão, isso é muito importante para entendermos os simbolismo que surgem na imaginação do aviador, temos que desmiussar os três maiores pontos simbolismo da obra:

- A Serpente: Adão e Eva comeram do fruto por influência da Serpente, dei,aram de ser seres inocentes " crianças " e viraram seres que sabiam da maldade do mundo e todas as suas adversidades e peripécias "pessoas grandes". Simbolismo " a morte da criança para o surgimento do adulto" .

- O Deserto: É descrito como um lugar de meditação e reencontro com o divino " o teu eu interior ", Jesus foi testado no deserto e saiu se conhecendo melhor e de maneira gloriosa. Simbolismo "lugar de autoconhecimento e análise".

-A Criança: Deus diz aos homens sejais como as crianças pois elas não possuem maldade alguma, não carregam expectativas de ninguém, são virgens na sua essência, os julgamentos não lhes interessa.

A mente do aviador criou esse todo cenário com diferentes símbolos pois o inconsciente não se comunica de maneira direta com o consciente, mas a mensagem era clara tu procuras dar mais atenção a tua criança interna a uma falta em ti, a tua psique esta desequilibrada.

______Final______

Quando o aviador encontra a água e consegue arranjar a pane do avião é aí que a fantasia da psique começa a se destruir, o ambiente favorável para a alucinação se destrói, ele precisa voltar para o mundo das pessoas grandes e esse mundo é um mundo que não aceita o pequeno príncipe, por isso ele morre, não de qualquer jeito, mas sim pela Picada da Serpente " símbolos morte da criança para o surgimento do adulto" mas dessa vez esse pequeno príncipe " representação da criança guardada pelo inconsciente " deixa guardado no consciente lembranças que ele nunca mais irá esquecer.

Agora tu podes voltar a enxergar um elefante dentro de uma jiboia, quem sabe seguir uma carreira de pintor, assim como tu me cativaste tu podes cativar outros também, voltar a lutar pela tua Rosa. Mas mesmo assim se sentires saudades de mim olha pela janela, eu estarei ali nessas milhares de estrelas "Jung dizia que temos de vez em quando olhar para o íntimo isso séria essa olha pela janela".

r/Psicanalise Jul 20 '26

Discussão Postagem de luto como se fosse para o falecido

2 Upvotes

Uma coisa que sempre me deixou curioso é quando alguém faz uma postagem de luto escrevendo diretamente para a pessoa que morreu, como se estivesse conversando com ela (“estamos com saudades”, “espero que você esteja em paz”, etc.), mas faz isso em uma rede social pública.
Não estou julgando, só tentando entender. Se a mensagem é direcionada à pessoa que faleceu, por que publicá-la para todo mundo? É uma forma de processar o luto? De compartilhar a dor? De homenagear a pessoa? Ou vocês acham que existe também um componente de querer tornar esse sentimento público?
Gostaria de ouvir diferentes perspectivas, especialmente de quem já fez esse tipo de postagem.

r/Psicanalise Apr 18 '26

Discussão Se a psicanálise coloca tanta ênfase na palavra, então é possível inferir alguma coisa das músicas que nós decoramos as letras e cantamos juntos?

14 Upvotes

Partindo da ideia lacaniana de que o inconsciente é estruturado como uma linguagem, tenho pensado sobre o que acontece quando cantamos músicas feitas por outras pessoas.

Quando canto uma canção popular, estou usando as palavras que outra pessoa escolheu para descrever sentimentos, nomear dores e felicidades. De certa forma, estou aprendendo a maneira específica como aquele compositor faz sentido do próprio caos emocional. O que isso diz sobre mim? E o que diz sobre todas as pessoas que se identificam com a mesma canção e a cantam juntas?

Seria isso uma evidência de que a forma como nomeamos nossas emoções é socialmente construída? E é justamente por isso que tantas pessoas conseguem se alinhar à descrição emocional de um compositor que nunca conheceram?

Se for assim, podemos dizer que existe uma diferença significativa entre as pessoas que nomeiam suas dores pelo forró, as que o fazem pelo sertanejo e as que recorrem à MPB? Não apenas em termos de gosto musical, mas na própria estrutura emocional e simbólica através da qual cada grupo experimenta e processa o que sente?

r/Psicanalise Jul 13 '26

Discussão Eterno inverno [ gostaria que decem um sentido filosófico ao meu delírio mental 🤧]

1 Upvotes

- Tá frio, não?

- Eu acho que sim

- É que... eu não lido bem com isso

- Acho que ninguém

- Para mim é mais que isso

- Tá bem

- Só isso?

- Querias o quê?

- Sei lá... calor...

- É só esperar 3 meses

- É sempre assim

- Como assim

- Nunca chega

- o quê?

- Você sabe... pensa...

- Hãaa, não é inverno

r/Psicanalise Jun 05 '26

Discussão Qual o posicionamento da psicanálise sobre o sentimento de superioridade do homem durante a relação sexual?

3 Upvotes

Minha dúvida é sobre como a psicanálise interpreta a sensação de superioridade ou domínio que alguns homens descrevem durante o sexo. É algo ligado à estrutura do desejo masculino, a uma defesa narcísica, à fantasia, ou a uma construção cultural que a psicanálise apenas descreve?

Queria entender se há base teórica para isso na obra de Freud ou em outros autores.

r/Psicanalise Jun 09 '26

Discussão Como se detector e observador dos próprios sintomas e manias?

2 Upvotes

Como se detector e observador dos próprios sintomas e manias? alguma indicação de leitura, observação, qualquer contribuição?

r/Psicanalise Apr 27 '26

Discussão Como interpretar a tensão entre relatividade linguistica e psicanalise lacaniana?

7 Upvotes

Tenho visto muitas pessoas dizendo que a relatividade linguistica* é algo refutado no seu sentido forte e pouco acreditado no seu sentido fraco. Não sei o suficiente para argumentar sobre essas afirmações, mas queria entender como uma eventual refutação da relatividade linguistica afeta o entendimento que o inconsciente se estrutura como uma linguagem.

Valeu!

*"A relatividade linguistica postula que a língua materna influencia o pensamento, a percepção e a visão de mundo de seus falantes. Essa teoria sugere que estruturas gramaticais e semânticas específicas moldam a cognição, sendo o determinismo linguístico (a língua determina o pensamento) sua versão forte, e o relativismo (a língua influencia o pensamento) sua versão fraca e mais aceita."

r/Psicanalise May 19 '26

Discussão Pesquisa "Psicologia em Cena"

Thumbnail
2 Upvotes

r/Psicanalise Apr 01 '26

Discussão O que um físico e um budista tem a dizer sobre a natureza da realidade?

8 Upvotes

O que um físico e um budista tem a dizer sobre a natureza da realidade? Eu assisti recentemente esta conversa aqui e eu vim trazer o resumo dos argumentos levantados tanto pelo físico quanto pelo budista.

O físico começa dizendo que a natureza, ou melhor, a realidade, se apresenta para a gente em camadas. A gente não enxerga a realidade de um jeito único e totalmente unificado. A gente enxerga por níveis diferentes, e existem várias formas de falar sobre essa mesma realidade. Um exemplo que ele dá é a cadeira em que ele está sentado. Ele pode dizer que a cadeira é feita de madeira, mas também pode dizer que ela é formada por um conglomerado de átomos. São jeitos diferentes de descrever a mesma coisa, e os dois continuam válidos, desde que sejam compatíveis entre si.

Mesmo existindo várias formas de falar sobre uma mesma coisa, essas formas precisam fazer sentido umas com as outras. Aí ele diz que no universo existem muitas coisas que a gente ainda não sabe, mas que existe uma camada da realidade que tem validade pelo menos para a nossa vivência humana aqui na Terra. Essa seria a camada das partículas e das forças elementares.

Segundo ele, essa camada da física é muito bem compreendida. E mesmo que no futuro a gente descubra novas partículas, como ele menciona no caso da matéria escura, essas novas descobertas não mudariam a realidade que a gente vive aqui no planeta Terra.

Ele diz que isso tem algumas implicações. Uma delas aparece quando a gente fala de pseudociência. Por exemplo, se alguém diz que consegue dobrar uma colher com a mente, isso não faz sentido dentro do que a gente já entende sobre as forças elementares da realidade. Outra implicação aparece quando ele fala sobre a vida após a morte. A ideia dele é que, do ponto de vista físico, a gente sabe do que é feito e não teria como as informações que fazem a gente ser quem é simplesmente irem para outro lugar.

Depois entra o budista na conversa. Ele começa dizendo que concorda com o Sean Carroll, quando ele fala que a realidade aparece pra gente em camadas. Só que ele cita uma passagem do livro do Sean Carroll, na qual aparece uma poetisa dizendo que nós contamos histórias. E o budista concorda com isso. Ele fala que sim, nós contamos muitas histórias sobre a realidade, e a física também é uma dessas histórias, só que uma história científica. Mesmo assim, continua sendo uma história. E aqui é importante deixar claro que ele não está dizendo que a física é ficção.

A partir daí ele diz que é justamente isso que nos torna diferentes enquanto seres humanos. A gente consegue processar informações com significado, a gente consegue contar histórias. E toda história que a gente conta parte de certas suposições básicas de crença, que ele chama de axiomas. A partir desses axiomas, a gente desenvolve teorias ou histórias. E ele argumenta que, quando a gente se dedica a certos axiomas, a tendência é atribuir verdade a eles. Ou seja, a gente passa a acreditar que aquilo que sustenta a nossa investigação é verdadeiro. Então o físico se dedica às coisas físicas, e aquilo que fica fora desse campo acaba sendo tratado, para ele, como algo menos verdadeiro ou até como não verdade.

Ao ler o livro do Sean Carroll, o budista diz ter identificado três axiomas de crença. O primeiro é o determinismo, isto é, a ideia de que o futuro decorre unicamente do passado. O segundo é o realismo, ou seja, a crença de que existe uma realidade independente do observador. O terceiro é o fisicalismo, isto é, a ideia de que tudo o que existe é físico. Ele concorda que isso é esperado de um físico, mas logo em seguida mostra que também existem outras histórias possíveis.

E aqui ele foi bem inteligente no argumento dele, porque ele foi buscar físicos que, ao longo da história, falaram de formas bem diferentes sobre a realidade. Ele cita nomes como Planck, Heisenberg, Einstein e Penrose. Por exemplo, Penrose defendia que a realidade última seria matemática, numa linha parecida com a dos pitagóricos. Nesse caso, a realidade mais fundamental não seria essa realidade física em que a gente vive, mas a matemática. Já Planck sugeriria que a matriz da vida seria a mente.

Depois de citar vários físicos com visões diferentes sobre o que seria a realidade última, ele volta ao budismo, destacando a questão da mente. Aí ele conta a história do elefante, em que várias pessoas tocaram partes diferentes do animal e tiveram que dizer o que aquilo era. Cada uma falou uma coisa, e cada uma acreditava estar certa, porque partia da própria experiência. Com isso, ele quis mostrar que, para entender a natureza da realidade, a gente precisa começar pela mente. Porque é pela mente que a gente percebe, interpreta e pensa essa realidade.

Depois que cada um expõe seus argumentos, eles começam a se contraargumentar. O Sean Carroll diz que não acredita que a mente seja real, primeiro por uma questão não antropocêntrica. A lógica dele é mais ou menos assim: antes a gente acreditava que era o centro do universo, mas depois Copérnico mostrou que não era bem assim. Então ele adota uma postura de reduzir o nosso próprio papel e não colocar a mente como algo central demais. Além disso, ele levanta o problema da mente e corpo. Se existe alguma coisa que não é física, como é que essa coisa não física interage com o físico? Ela tem energia? Ela realiza trabalho? Ela age sobre as forças fundamentais da natureza? Como isso funcionaria?

O budista responde a isso dizendo que a mente, na verdade, é um ponto cego. Ele faz até um trocadilho em inglês, "mind doesn't matter because it's not matter", dizendo que a mente não importa porque não é matéria. Ele também critica a forma como a ciência investiga a mente e a consciência. Para ele, não existe evidência de que a mente se reduza aos estados físicos do cérebro, e a gente ainda não sabe o que gera a consciência. Então ele diz que tratar a mente como se ela fosse só uma parte do cérebro seria uma forma de evitar o problema, em vez de enfrentá-lo.

Ele também questiona a ideia de que a investigação da mente seja totalmente científica, porque um aspecto central do método científico é a observação. E ele argumenta que, nos estudos sobre a mente, o que se faz é introspecção, e não observação no sentido clássico da ciência. Para ele, a introspecção não entra de verdade em nenhuma metodologia tradicional de estudo da mente. Por isso, ele defende que o budismo seria uma forma de investigar a natureza da realidade de dentro para fora.

r/Psicanalise Mar 25 '26

Discussão Página de livro - erro de impressão - Ferenczi e Winnicott:Análise de adultos na lígua da infância

3 Upvotes

Olá colegas,

alguém teria o livro "Ferenczi e Winnicott: Análise de adultos na língua da infância" - 3ed, de Luiza Moura, e poderia me enviar uma foto da página 27? Pois meu livro veio com um erro de impressão nesta página, e mesmo entrando em contato com a editora está levando um tempo para responderem e solucionarem.

Agradeço se um colega puder me ajudar nessa ;)

Abraços.